CONTÉM SPOILER
Minha opinião: Vou confessar que apesar de ler a sinopse do livro antes de começar a leitura, eu esperava uma história cheia de magia e fantasia, afinal, um livro com o nome “A essência do dragão” dá para se ter essa idéia. Pois bem, nas primeiras páginas isso realmente foi possível, já que se contava uma história dos tempos primórdios... Mas de repente tudo muda, já que a história dá um salto para os anos atuais.
Minha opinião: Vou confessar que apesar de ler a sinopse do livro antes de começar a leitura, eu esperava uma história cheia de magia e fantasia, afinal, um livro com o nome “A essência do dragão” dá para se ter essa idéia. Pois bem, nas primeiras páginas isso realmente foi possível, já que se contava uma história dos tempos primórdios... Mas de repente tudo muda, já que a história dá um salto para os anos atuais.
Eu primeiro, dou um ponto para o autor, justamente por ele ter essa “sacada” com a evolução da história, acho que essa passagem do tempo foi bem interessante, pelo menos eu me senti tentada a ler.
Mas também vou dizer que teve coisas que eu não curti muito não, e depois que acabei o livro eu fiquei pensando na possibilidade – muito possível – de não ter entendido direito essa história. Primeiramente, eu fiquei um pouco surpresa e confesso que desanimei um pouco sobre como ele descreveu os dragões, sei lá, eu gosto de dragões do estilo clássico, ou seja, dragões como seres míticos com poderes mágicos que nos remetem a um mundo de fantasia.
E quando eu li esse livro e me deparo com dragões com super tecnologia – que na verdade se parecem muito com a nossa tecnologia de uma maneira diferente, já que eles conseguem vasculhar o universo – eu fiquei um pouco que chocada.
Mas tudo bem, acho que eu estava com um preconceito diante de tudo e por isso continuei a ler, e entrei na história, acho que o autor também conseguiu fazer um bom trabalho em relação à originalidade, acho que isso foi bem legal e de certa forma ficou na minha cabeça.
No entanto, acho que eu fiquei com várias perguntas – e se alguém quiser responder pelo menos essas duas, eu ficaria muito agradecida. Primeiro, por que dragões? Enquanto eu lia, eu imaginei a relação entre dragões – com toda a sua história clássica – e a história que estava lendo, afinal, o autor poderia ter escolhido escrever sobre uma nova raça ou uma espécie meio humanóide só que com escamas que poderiam lembrar dragões, e não sei, mas acho que caberia melhor. Segundo, eu fiquei pensando na estrutura física dos dragões e em como será que eles desenvolviam a tecnologia que era descrita, apesar de ter algumas menções, eu não conseguia visualizar seres como dragões construindo tecnologia, na verdade eu pensava em tudo menos em dragões... Acho que isso foi algo que pesou muito na minha leitura, afinal, ficou um pouco complicado ler algo e não conseguir visualizar o que estava acontecendo.
Por fim, acho que foi bom ler um livro assim que me despertou sentimentos um tanto que contraditórios e várias perguntas que ficavam perambulando na minha cabeça durante toda a leitura. Diante disso, eu dou outro ponto, já que um livro que estimula ao pensar – mesmo que seja sobre como as coisas acontecem e etc – vale a pena.
Resumo: E se o ser humano não é a única espécie inteligente nascida no planeta Terra? E se esta forma de vida inteligente evoluiu de tal maneira que sua tecnologia possibilitou desbravar o Universo? Por que não deixaram nenhum vestígio de sua existência no planeta? Ficção científica? Fantasia? Aventura? Tire suas próprias conclusões e envolva-se nesta história! Conheça os Li-Seugs, Andy Carter e descubra qual é a missão de Tlüogodärami. Veja os dragões como nunca foram retratados antes.