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domingo, 5 de setembro de 2010

Vol 3: As Crônicas de Arthur: Excalibur - Bernard Cornwell

Minha opinião: Terminei agora de ler esse ultimo livro da trilogia sobre o Rei Arthur e fiquei com um nó na garganta, por que assim como a coleção terminou também acabou a história de Arthur e eu confesso que gostei muito dele no decorrer de toda a sua trajetória. Acho que esse livro no inicio foi um pouco devagar, eu esperava mais lutas e batalhas e mais coisas acontecendo, mas acho que isso só veio a acontecer do meio para o final e muitas coisas aconteceram e... – Eu tenho que respirar fundo agora – Eu sofri muito e queria que tudo ficasse bem, apesar de saber que não ocorreria, mas acho que o final desse livro diferente do que eu imaginava foi muito bom e muito bonito, com uma grande – e também triste - vitória de Arthur. Alguns personagens surpreenderam nesse livro como Mordred – que não mudou muito o seu caráter, mas aprendeu algo; Nimue também foi outra que ficou completamente alterada – Apesar de me perguntar se ela tivesse feito o que queria, será que mudaria algo? Mas outros personagens tiveram o que mereciam como: Lancelot – Bem feito! Eu adorei essa trilogia e agradeço muito ao meu colega Ely, que me emprestou toda a série sem pestanejar, fazer careta, dizer que o livro estava com outras pessoas, que o havia perdido e entre outras coisas que as vezes por vezes se pode escutar. Agora eu quero ler outros livros do mesmo autor, quem sabe né?

Resumo: Último volume da trilogia "As crônicas de Artur," do escritor inglês Bernard Cornwell sobre o lendário guerreiro Artur, que passou para a história com o título de rei, embora nunca tenha usado uma coroa. O autor desenha um Artur familiar e desconhecido. Um dos inúmeros filhos ilegítimos do rei Uther Pendragon, sem o menor interesse pelo poder, sua única ambição é manter o juramento ao rei de direito, Mordred, e ajudá-lo a lutar pela paz. Ao mesmo tempo, o autor nos revela locais conhecidos e personagens esperados: o mago Merlin, a bela Guinevere, Lancelot - aqui retratado como um covarde - e a lendária Távola Redonda.

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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Vol 2: As Crônicas de Arthur: O inimigo de Deus - Bernard Cornwell

Minha opinião: Nossa! Eu nem sei o que dizer... Eu adorei o livro... Mas também como passei raiva! Bem, a história continua com a narração de Derfel sobre Arthur, e eu acho que estava amando o Arthur, pois ele é apresentado de uma maneira tão viva e como sendo um homem bom e justo, no entanto, teve um momento em que ele me decepcionou, assim como decepcionou Derfel também, isso foi quando ele não ajudou Tristan e Isolda, em vez disso ele mandou chamar “a morte” deles...Tudo por causa de um juramento – Eu entendo que o juramento naquela época é que fazia a ordem, no entanto eu tenho um quê de romantismo, não posso evitar – e isso me deixou com raiva dele. No entanto, a história ainda tem muitas coisas né? E o livro termina de uma maneira tão forte e sensível ao mesmo tempo, poxa... Eu voltei a gostar de Arthur e me doeu o sentir sofrendo, também com aquela droga de mulher dele, no final desse livro ele se vê traído tanto pelo Lancelot – Odeio ele nesse livro – como também pela sua querida e adorada mulher Guinevere. Mas...Será que Arthur a amou tanto assim? Por que é um amor que parece ser indestrutível, tão forte e nesse momento do livro tão sofrido, por que mesmo com ela o traindo de maneiras diferentes, ele ainda não consegue se afastar dela. No mínimo “Bizarro”. Ah também adorei a busca pelo caldeirão com Merlin, ele é fantástico, adoro seu jeito grosseiro e sábio, acho que ele vai ficar como um dos meus personagens favoritos... Estou super iper mega curiosa para ler o último livro da trilogia... apesar de já saber mais ou menos como acaba, o que me deixa ainda mais apreensiva.

Resumo: Segundo volume da trilogia "As crônicas de Artur", apresenta uma versão da lenda do famoso rei inglês baseada em recentes descobertas arqueológicas. Aqui, o druida Merlin, em luta contra o crescimento do cristianismo, parte em busca de caldeirão mágico que pode salvar o reino da Britânia.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Vol 1: As Crônicas de Arthur: O rei do Inverno - Bernard Cornwell

Minha opinião: Pois é! Eu estava lendo Sussurro né? - li poucas páginas – Mas ai no sábado fui a bienal do livro com um amigo, o Ely, ai ele começou a falar dos livros do Bernard Cornwell, e disse que era ótimos e tal... ficou por horas tecendo bons elogios aos livros dele... e bem... disse que tinha comprado os livros dele, e eu meio que perguntei se ele poderia me emprestar e ele disse “sim”, e eu fiquei muito feliz, tão feliz que assim que peguei o livro em minhas mãos, o devorei... Deixando um pouquinho de lado o “Sussurro”. Em fim, o Ely me emprestou “O rei do Inverno” que fala sobre a história do Rei Arthur e esse é o primeiro livro de uma trilogia. Eu só havia lido antes As Brumas de Avalon que falava sobre o Rei Arthur e tinha em minha mente aquela história, e nossa... Esse livro que acabei ler é completamente diferente das Brumas, não só por que é contada pela versão masculina, mas também por que muitos dados são alterados, por exemplo, nessa historia Arthur jamais reinou durante a sua vida, Lancelot era um cara covarde e muito, mais muito mentiroso, Guinevere abominava o Cristianismo, acho que só Arthur que ainda é descrito como um homem bom e que buscava sempre a paz, além de ter um poder incrível sobre as pessoas, outro personagem que eu adorei nessa história foi Merlin, ele é demais! Adorei o seu jeito e sua sabedoria! Bem... essa história é fantástica e esse livro também, a escrita é muito boa, as batalhas são descritas com grandes detalhes e eu gostei disso. Toda a história é contada a partir da narração de um dos soldados de Arthur, Derfel, que eu também gostei, ele é úm personagem muito interessante. Um livro muito bom e ainda bem que tem mais dois por ai...

Resumo: O REI DO INVERNO conta a mais fiel história de Artur, sem os exageros míticos de outras publicações. A partir de fatos, este romance genial retrata o maior de todos os heróis como um poderoso guerreiro britânico, que luta contra os saxões para manter unida a Britânia, no século V, após a saída dos romanos. "O livro traz religião, política, traição, tudo o que mais me interessa," explica Cornwell, que usa a voz ficcional do soldado raso Derfel para ilustrar a vida de Artur. O valoroso soldado cresce dentro do exército do rei e dentro da narrativa de Corwell até se tornar o melhor amigo e conselheiro de Artur na paz e na guerra.