Minha opinião: Todo mundo sabe que eu gosto de um bom romance, e devo enfatizar no “bom” por que ler um romance é mais do que amor e cenas calientes, é ler uma boa narrativa que nos envolva e faça com que imaginemos todas as cenas com muita precisão. E acho que esse foi um problema desse livro viu, está certo, a capa é bem bonita e chama a atenção, além disso, a sinopse também é bem bacana por que fala sobre uma mulher que tem poderes assim com a sua família, e esses poderes acabavam ajudando em uma trama de vingança e assassinatos.
Mas depois das primeiras páginas, o que podia ser bom deixou muito a desejar viu, primeiro o que me fez ficar sem um pingo de vontade de continuar a leitura – apesar de continuar a ler – foi o jeito como os personagens se apaixonaram, olha só, existem poucos autores que conseguem descrever uma boa cena de encontro e entre eles estão Stephenie Meyer e Nicholas Sparks, que conseguem escrever uma narrativa envolvente e calorosa, porém, Hannah Howell tem que dá uma boa melhorada na narrativa dela, que em minha opinião faltou muito, as cenas de amor são muito falsas, os diálogos são sem vida e sem... Como eu poderia dizer? Acho que sem sentimento, é estranho ler esse livro, por que não me convenceu nenhum pouco. Triste isso, eu sei, mas foi como me senti.
A autora também se arriscou tentar uma trama de ação e vingança no meio de tudo isso, e sinceramente... Falhou feio novamente, ela tentou, tentou, mas acho que acabou se afogando na praia...
Resumo: Estamos no século XVIII, na Inglaterra georgiana. Como todas as gerações de sua família, Chloe Wherlocke possui habilidades especiais, e o seu dom é enxergar além da visão física. Em 1785 ela prevê a morte de uma mulher que acabara de dar à luz e toda uma trama para atender a motivos escusos. Ao encontrar uma criança abandonada ao lado do corpo da mãe, ela salva o bebê e o cria escondido do mundo. Fazia isso por amor, mas talvez houvesse neste gesto alguma força do destino... Com o passar dos anos, Chloe descobre que o encontro com a criança não havia sido uma simples coincidência e nota, pouco a pouco, um desenrolar de acontecimentos que envolviam todos os membros de sua família num jogo de traições, mentiras e assassinatos. Consciente de tudo, ela precisa ser rápida para salvar a vida do pai do menino, o conde Julian Kenwood, e avisá-lo que o filho não morreu. Mas, ao se aproximar da família Kenwood, Chloe percebe seu sentimento de proteção por Julian se transformar enquanto a cada momento tudo fica mais perigoso.