Mostrando postagens com marcador Jiang Rong. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jiang Rong. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

O TOTEM DO LOBO - Jiang Rong

Minha opinião: Não sei bem o que dizer sobre esse livro. Acho que ele me proporcionou uma mistura de sentimentos e emoções, entre elas: carinho, interesse, raiva e frustração. Acho que a história é muito tranqüila em que se lê sem nenhum problema, não é algo que queremos parar, mas também não há um esforço muito grande para continuar, acho que na verdade ele traz uma lição, um aprendizado. Depois que terminei de ler eu fiquei pensando... pensando... pensando... e não sei direito, eu fiquei tão nervosa com os acontecimentos e não sabia bem o por que - na verdade acho que me vi um pouco refletida nele, é possível - mas também não fiquei entediada com o livro. Por fim, acredito que foi um livro bom, e sinceramente me fez pensar em como deixamos coisas para trás, como valores e crenças e partimos para algo palpável vindo da ciência – e eu me incluo nesse pensamento. Por fim, não sei se é bom ou ruim, mas afirmo que se tiverem oportunidade, será interessante lê-lo.

Resumo: “Ganhador do Man Asian Literary Prize de 2007, O totem do lobo é um fenômeno literário na China, trazendo um vívido retrato da cultura, da espiritualidade, da ética e do estilo de vida dos últimos nômades da Mongólia Interior.” - Los Angeles Times
Na década de 1960, em plena Revolução Cultural da China, o jovem estudante Chen Zhen parte para as estepes do Olonbulag, na Mongólia Interior. Sob a tutela do sábio Bilgee, Chen aprende muito mais do que pastorear ovelhas: ele descobre como superar as dificuldades da vida nômade e a sinergia milenar que une o povo aos lobos selvagens das planícies.
Fascinado pela relação entre os homens e esses animais temidos e idolatrados, Chen compreende a rica relação espiritual que existe entre esses adversários e o que cada um pode aprender com o outro.
No entanto, a paz da existência solitária de Chen é destruída quando membros da República Popular formam multidões nas cidades para levar modernização e produtividade aos campos, interrompendo o delicado equilíbrio entre os habitantes das estepes.
Usando o lobo como metáfora, Jiang Rong constrói uma linda história, que é também uma dura crítica aos ideais da revolução, expondo a grave ferida aberta na cultura milenar que o estudante Chen aprendeu a amar e defender. Com mais de 5 milhões de exemplares vendidos na China, O totem do lobo é um belo e comovente retrato de uma terra e uma cultura que não existem mais e, ao mesmo tempo, uma revelação fascinante da visão do país sobre si mesmo, sua história e seu povo.