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domingo, 14 de dezembro de 2014

A Garota Que Eu Quero - Markus Zusak

Minha opinião: Confesso que comprei esse livro por causa do autor, eu adorei a "menina que roubava livros" e achei que esse dessa vez seria mais interessante- já que quando li "Eu sou o mensageiro" eu não vi nada parecido com a emoção que tive ao ler o primeiro livro.
Bem, só que mais uma vez acabei me desiludindo um pouco, e fiquei até pensando... Acho que esses primeiros livros foram um jeito - ou seja um treino - para chegar no bom livro que foi a menina que roubava livros, e fico curiosa para ver se ele lança um próximo para ver se ele continua no mesmo nível.
Bem... Mas vamos falar desse livro que estou dando a minha opinião... Primeiramente, após a leitura do livro, fiquei sabendo que se trata de uma trilogia - acreditam? - e esse é o ultimo livro da série, no entanto, não há problema nenhum em ler somente ele, por que não traz uma continuação em que necessite ler os anteriores - tanto que não faço questão de ler mesmo. 
Vamos lá então, nesse livro conhecemos o Cameron, um cara sem graça que parece ir levando a vida do jeito que dá, ele não tem muita confiança em si mesmo e traz conflitos em relação a manter relação com outras pessoas. Ele narra a história e nos apresenta a sua família, seus dois irmãos que são - pelo seu ponto de vista- bem mais interessante do que eles, sua irmã e seus pais. E a garota da qual a vida dele começa a mudar, a Octavia que é a atual namorada do seu irmão Rube. 
A história é devagar, quase parando, ele é meio monótono, mas eu acho que o autor fez assim - espero que seja isso - por que o personagem principal é completamente monótono, mas no entanto, tenta sair disso, buscando se conhecer. Acho que isso talvez seja o ponto positivo, a tentativa de mostrar que para mudar é necessário se conhecer.
Achei que foi um leitura "boa" e só isso. 

Resumo: Cameron Wolfe é o caçula de três irmãos, e o mais quieto da família. Não é nada parecido com Steve, o irmão mais velho e astro do futebol, nem com Rube, o do meio, cheio de charme e coragem e que a cada semana está com uma garota nova.  O Rube nunca amou nenhuma delas. Nunca se importou com elas. Nem é preciso dizer que Rube e eu não somos muito parecidos em matéria de mulher. Cameron daria tudo para se aproximar de uma garota daquelas, para amá-la e tratá-la bem, e gosta especialmente da mais recente namorada de Rube, Octavia, com suas ideias brilhantes e olhos verde-mar. Cameron e Rube sempre foram leais um com o outro, mas isso é colocado à prova quando Cam se apaixona por Octavia. Mas por que alguém como ela se interessaria por um perdedor como ele? Octavia, porém, sabe que Cameron é mais interessante do que pensa. Talvez ele tenha algo a dizer, e talvez suas palavras mudem tudo: as vitórias, os amores, as derrotas, a família Wolfe e até ele mesmo. 

sábado, 17 de julho de 2010

Eu Sou o Mensageiro - MARKUS ZUSAK

“Eu não sabia que as palavras pesavam tanto”

Minha opinião:
O livro começa interessante? Sim.
E prende a atenção durante a leitura? Sim.
É legal? Sim.
A escrita é legal? Sim
Dá vontade de ler para saber como continua? Sim.
E termina também assim? Hum...
Pois é... Quem espera ler uma história como A menina que roubava livros, acho melhor desistir. Esse livro como eu disse é legal, prende a atenção e tem sim uma maneira muito divertida o personagem principal então...é muito legal, como ele é? Vou deixar ele se descrever:

“Meu nome completo é Ed Kennedy. Sou taxista, tenho 19 anos. Não sou nada diferente dos outros jovens daqui destes subúrbios – não tenho lá muitos planos pro futuro, e as possibilidades são poucas. Tirando isso, leio mais livros do que deveria, sou um zero a esquerda na cama e não entendo nada de imposto de renda. Prazer.”

Então, Ed Kennedy um belo dia recebe uma carta de baralho pelo correio com uma mensagem, e também dizendo que ele tem que levar mensagens para algumas pessoas que necessitam... e ai que a história toda se desenrola. Eu adorei a escrita, é tão interessante, que resolvi até usar aqui...rs... Mas achei o livro mais como aqueles livros de “lição de vida” ou como “Historias para aquecer o coração” Sabe? E claro que isso não é ruim, é muito bom, dá uma sensação boa, bonita... Pois bem, não sei dizer direito sobre esse livro, eu sei que gostei e achei bem... diferente – bem diferente – do que eu imaginava e talvez ai esteja o porque de eu ter gostado desse livro. Acho que vale a pena ler.

“Às vezes as pessoas são bonitas.
Não pela aparência física.
Nem pelo que dizem.
Só pelo que são.”

Resumo: Venha conhecer Ed Kennedy. Dezenove anos. Um perdedor. Seu emprego: taxista. Sua filiação: um pai morto pela birita e uma mãe amarga, ranzinza. Sua companhia constante: um cachorro fedorento e um punhado de amigos fracassados. Sua missão: algo de muito importante, com o potencial de mudar algumas vidas. Por quê? Determinado por quem? Isso nem ele sabe. Markus Zusak, autor do best-seller A Menina que Roubava Livros, nos fornece essas respostas bem aos poucos neste incomum romance de suspense, escrito antes do seu maior sucesso. O que se sabe é que Ed, um dia, teve a coragem de impedir um assalto a banco. E que, um pouco depois disso, começou a receber cartas anônimas. O conteúdo: invariavelmente, uma carta de baralho, um ou mais endereços e... só. Fazer o que nesses lugares? Procurar quem? Isso ele só saberá se for. Se tentar descobrir. E, com o misto de destemor e resignação dos mais clássicos anti-heróis, daqueles que sabem não ter mesmo nada a perder nesse mundo, é o que ele faz. Ed conhecerá novas pessoas nessa jornada. Conhecerá melhor algumas pessoas nem tão novas assim. Mas, acima de tudo, a sua missão é de autoconhecimento. Ao final dela, ele entenderá melhor seu potencial no mundo e em que consiste ser um mensageiro.


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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

A menina que roubava livros - Markus Zusak

Minha opinião: Eu li poucos livros nos ultimos tempos, mas eu me lembro muito bem desse livro que vou postar agora...

Bem...primeiro por que esse livro estava como um dos mais vendidos, e sem pensar muito achei que esse seria um livro interessante, então reservei na biblioteca e comecei a ler e não parei mais. É um livro que fala sobre a segunda guerra mundial, ao contrário de muitos outros que falam sobre esse período, ele não passa nos campos de concentração, mas dentro de um casa e acompanhando uma menina. O interessante desse livro é que ele é narrado pela morte, ela que conta a história.
Eu gostei muito mesmo desse livro, é delicado e denso ao mesmo tempo, fazia tempo que não lia um livro tão bom, isso me deixou empolgada a ler mais, acho que o que mais me marcou nesse livro foi como o autor mostra a amizade, que me fez até chorar... confesso.



RECOMENDO!

Resumo: "Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em A Menina que Roubava Livros, livro há mais de um ano na lista dos mais vendidos do The New York Times. Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido da sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona de casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, O Manual do Coveiro. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro de vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram estes livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de rouba-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto a sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar. Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal. Mas só quem está ao seu lado sempre e testemunha a dor e a poesia da época em que Liesel Meminger teve sua vida salva diariamente pelas palavras, é a nossa narradora. Um dia todos irão conhece-la. Mas ter a sua história contada por ela é para poucos. Tem que valer a pena."