Mas vamos lá.
Acho que vou começar dizendo o porquê da minha escolha por esse livro – talvez seja um bom começo – assim sendo, eu o escolhi principalmente pela sua sinopse, já que achei super interessante a temática sobre a maldade na infância. Pensei que fosse uma história chocante com terror e suspense, na verdade eu pensei em algo parecido com o livro “NÓ NA GARGANTA” que eu li e adorei.
Mas, de parecido não tem nada, nem história, nem trama, nem suspense, nem terror, nem nada...
Por isso eu me decepcionei.
Quando eu li a introdução, já teve uma frase que me deixou incomodada – Espero que o que eu tenha entendido, seja um equívoco, espero mesmo.
Depois, eu comecei a ler... uma pagina, duas, três... dez.... cinqüenta.... e bem, o começo do livro é confuso, a narrativa é fraca – não consegui em nenhum momento me sentir envolvida pelo que estava lendo – os diálogos são tão falsos que me desmotivaram.
Mas teve coisas boas – acho – por exemplo, eu continuei a ler por que o livro é super curto, então dá para fazer isso tranquilamente, depois, eu gostei da relação da religiosidade e superstições que se desenrolam na trama. Acho que essas duas temáticas têm um potencial muito grande para se construir uma boa história – o que não aconteceu nesse livro.
Uma pena que seja tão desarticulado. Talvez pudesse ter sido melhor.
Resumo: A história se passa em uma aldeia de pescadores. Clara, Mateus, Branca, Ananias e Cauê são cinco crianças que descobrem um livro do século XIX que guarda poderes ocultos e não pode ser mostrado a nenhum adulto. Através do livro elas tentarão enfrentar um terrível mal que se esconde dentro de um casebre de madeira, rústico e ostentoso. Dentro da casa as crianças ficam presas e não conseguem voltar para suas famílias, porém, o que elas não sabem é que esse mal foi despertado por elas mesmas, no desejo de sua vingança secreta Elas terão que agir rápido, pois esta coisa está prestes a levá-las à morte.