sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Feios – Scott Westerfeld

Minha opinião: Como fazia tempo que eu queria ler esse livro, acho que muito tempo, mas finalmente chegou o momento. Primeiro, tenho que confessar que o tema me impressionou, achei ótimo! Afinal falar sobre algo que é tão atual nos nossos dias que é a condição de ser “perfeito” já começa interessante né? O legal é que o autor, não conta só sobre o perfeito estético – que é super importante no livro – já que todos os “feios” se submetem a uma mega cirurgia plástica, mas ele também fala sobre a questão de que não se pode ser triste, não se pode parar para pensar, não se pode criticar e nem questionar algo, que é exatamente o que ocorre hoje em dia, em que as propagandas te perguntam “O que te faz feliz?” ou “Não chore, não sofra, viva” Ahhhhhhhhhhh! Que bobagem! Isso, realmente me fez gostar desse livro! – Vale um pontinho!
Não vou contar muito da história, por que basta vocês lerem o resumo mais abaixo, mas vou dizer que a Tally - que é a personagem principal - segue o estilo das garotas "songas" da maioria dos livros atuais, às vezes deu vontade de dar um tapa na cabeça dela e dizer "Para de ser idiota", pena que isso não é possível...
Mas não vou dizer também que é um dos melhores livros que eu li, por que aí eu estaria forçando a barra, porém eu gostei do livro por ser algo com estilo jovem e que traz – acho – uma proposta interessante.
Em minha opinião, acho que vale a pena mesmo ler esse livro.

OBS: fiquei tentando imaginar como seriam esses perfeitos, com a descrição que se faz dele, devem ser incríveis!

Resumo: Tally Youngblood é feia. Não, isso não significa que ela é alguma aberração da natureza. Não. Ela simplesmente ainda não completou 16 anos. Em Vila Feia, os adolescentes ficam presos em alojamentos até o aniversário de 16 anos, quando recebem um grande presente do governo: uma operação plástica como nunca vista antes na história da humanidade. Suas feições são corrigidas à perfeição, a pele é trocada por outra, sem imperfeições ou – nem pense nisso – espinhas, seus ossos são substituídos por uma liga artificial, mais leve e resistente, os olhos se tornam grandes e os lábios, cheios e volumosos. Em suma, aos 16 anos todos ficam perfeitos.

Tally mal pode esperar pelo seu aniversário. Depois da operação, vai finalmente deixar Vila Feia e se mudar para Nova Perfeição, onde os perfeitos vivem, bebem, pulam de paraquedas, voam a bordo de suas pranchas magnéticas, e se divertem (o tempo todo). Mas, enquanto espera que as poucas semanas até completar 16 anos passem, Tally precisa se distrair.
Uma noite, ela conhece Shay, uma feia que não está nem um pouco ansiosa para completar 16 anos. Pelo contrário: Shay pretende fugir dos limites da cidade e se juntar à Fumaça, um grupo de foras-da-lei que sobrevive retirando seu sustento da natureza.
Para Tally, isso é uma maluquice. Quem iria querer ficar feio para sempre, ou se arriscaria a voltar para a natureza e queimar árvores para se aquecer, em vez de viver com conforto em Nova Perfeição e se divertir à beça? Mas, quando sua amiga desaparece, os Especiais, autoridade máxima deste novo mundo, propõem um acordo com Tally: se unir a eles contra os enfumaçados ou ficar feia para sempre. A escolha de Tally irá mudar o mundo para sempre.
Nascido no Texas, Scott Westerfeld é autor de diversos romances aclamados para adultos e jovens, entre eles Tão ontem, Os primeiros dias, e as séries Feios, best seller do New York Times. É também designer e atualmente vive entre Sydney, na Austrália, e Nova York.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Coiote - Roberto Freire

Minha opinião: Uau! Primeiro eu tenho que falar da capa desse livro, que é maravilhosa! Acho que me apaixonei pela capa a primeira vista. Achei a imagem tão forte e bonita que desejei intensamente esse livro, depois quando li a sinopse aí sim fiquei “gamada”.

Sobre a história, posso dizer que ela mexeu demais com meus valores, idéias e concepções de vida, é um livro intenso que traz questões envolvendo o amor, sexo, anarquismo, política, doença, preconceito, drogas e etc... O autor é fabuloso, eu me encantei por ele. Adoro livros assim, que me fazem pensar, e ele também tem uns diálogos que são verdadeiras metáforas em forma de diálogo, como esse:

“-... cada pessoa tem o seu tóxico. O meu é cocaína. Não adianta insistir nos outros, fazem mal à saúde.
- O meu é gente e álcool. O álcool, porém, me faz mal.
- Você tem pó?
- Você tem gente?
- Quando não tenho pó, apenas o céu adianta. Mas é preciso toda uma tarde para eu começar a sentir...
- Você está sentindo?
- Estava, quase. Sua mão cortou...
- Desculpe. Preciso de gente. Pensei que você...
-Está bem. Você não é italiano.
- Não.
- Por que me fala em italiano?
- Me disseram que era melhor assim com você.
- E com você, como é melhor?
- Na cama.
- Vamos para a cama.”
(p.16 e 17)

Surreal né? Mas ao mesmo tempo é tão maravilhoso por ter a simplicidade de ser complexo por si mesmo... Amei. A história acompanha Rudolf e sua história e principalmente quando ele se encontra com um garoto jovem e completamente diferente de tudo e de todos, que mexe muito com as pessoas ao seu redor, despertando um amor incrível por ele, seu nome é Coiote.

Coiote é um personagem marcante – em minha opinião – eu ao mesmo tempo em que me sentia atraída por ele, me sentia também repelida, por que de certa forma ele me pareceu estranho, esse estranhamento que dá medo ao mesmo tempo em que nos pede para se aproximar. Muito conflitante, confesso. Mas único e bom.

“Coiote me apareceu com o filho amarrado em seu tórax. Disse que só tirava ele dali na hora da amamentação e para limpá-lo. O menino teria que ficar grudado a ele, pelo menos nove meses, como Rosário o teve dentro dela.
- Mas ele precisa se mover, aprender a tocar as coisas, engatinhar...
- Eu sei. Oito horas dormindo no berço dele, oito horas se esbaldando por aí e oito horas colado a mim. Temos, assim, tempo bastante pra nos sentir, conviver, conversar...”

Vale muito a pena esse livro!
 
Resumo: Após o impacto e o interesse despertados nos leitores com o lançamento do romance Coiote, em 1986 (portanto há mais de vinte anos), ele continua sendo leitura e assunto de discussões entre os jovens brasileiros. O interesse apaixonado pelo personagem principal do romance produziu em nosso linguajar a transformação da palavra “coiote” de substantivo para adjetivo – pois assim passaram a ser chamadas as pessoas que se comportam como o personagem criado por Roberto Freire. Esse fato certamente foi produzido por ser o coiote um jovem vindo do futuro, com todas as características de pessoa e de personalidade que representaria os sonhos, as utopias e as paixões da juventude revolucionária brasileira.
O livro trata do prazer que essas transformações produzem nas pessoas e das suas lutas para enfrentar o meio conservador. Coiote é o romance predileto de Roberto Freire, tanto por seu conteúdo original e revolucionário como por seu encanto juvenil. Os leitores que se identificaram com o personagem muitas vezes procuraram o autor em seu sítio em Visconde de Mauá, que eles próprios chamam de “Sítio do Coiote”. Esta nova edição (que acaba de chegar na oitava) atende a inúmeras solicitações, e é para o autor sua forma possível de colaborar com o processo cultural e antropológico dos jovens de hoje, para conseguirem se transformar em coiotes amanhã. Coiote é o romance predileto de Roberto Freire, tanto por seu conteúdo original e revolucionário como por seu encanto juvenil.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

A Mulher do Viajante do Tempo - Audrey Niffenegger

Minha opinião: Esperem um pouco, me deixem secar minhas lágrimas primeiro...

Pronto.

Ah, que livro mais lindo! Na verdade hoje eu vou falar tanto do livro como do filme, por que contrariando o meu costume, eu assisti primeiro ao filme. E isso me deixou marcas irreparáveis – afinal eu adorei o filme – e quando lia ao livro eu ficava me lembrando das cenas e dos personagens. Na verdade, o livro tem muitas passagens lindas e mais detalhadas do que o filme, como a relação do Henry com a Clare e mesmo da vida dos dois quando não se conheciam e de como o tempo se apresenta de uma maneira não cronológica mais com uma lógica surpreendente – a autora arrasou.
Eu gostei de vários momentos, mas acho que os mais marcantes são os encontros da Clare jovem com o Henry já adulto e quando Clare tenta engravidar, nossa, é tão emocionante.

Outro motivo para eu ler esse livro foi que eu li – não me lembro onde – que o casal Brad Pitt e Jennifer Aniston compraram os direitos para produzirem um filme antes mesmo de o livro ser lançado, imaginem isso? Deve ser fantástico saber que seu livro vai virar um filme antes mesmo de ser publicado... Só que o casal se separou e quem ficou com os direitos foi o Brad Pitt. Que em minha opinião fez um bom trabalho, por que eu chorei tanto no filme como no livro.

Também gostei muito da alternância que ocorre na história, ou seja, tem horas que acompanhamos o ponto de vista de Henry e já em outros momentos temos o da Clare, o que me fez me aproximar muito dos personagens! Eu me agarrei a cada momento e detalhe e se eu pudesse não largava mais o livro, não mesmo.
Um dos melhores livros românticos que li.


“Clare – Ela sorri com inocência. – O que exatamente decidimos na última vez que você me viu? O que a gente planejou fazer para o seu aniversário?
Ela volta a ficar vermelha.
– Isso, né? – diz ela, com um gesto indicando nosso piquenique.
– Alguma outra coisa? Não que isso não esteja maravilhoso.
– Bem. Sim. – Sou todo ouvidos, porque acho que sei o que vem pela frente.
– Sim?
Clare está bem vermelha, mas consegue manter a dignidade ao dizer:
– Decidimos fazer amor.
– Ah. – Na verdade, sempre me perguntei sobre as experiências sexuais de Clare antes de 26 de outubro de 1991, quando nos conhecemos no presente. Apesar das provocações bastante impressionantes da parte de Clare, sempre me recusei a fazer amor com ela. Passei muitas horas divertidas conversando sobre isso e aquilo enquanto tentava ignorar dolorosas ereções. Mas hoje Clare ficou legalmente adulta (ainda que não emocionalmente), e com certeza não posso perverter demais a sua vida... quer dizer, já dei a ela uma infância bem esquisita pelo simples fato de ter feito parte dela. Quantas garotas têm o próprio futuro marido aparecendo a intervalos regulares nu em pelo na sua frente? Clare me vê ponderando a situação. Estou pensando na primeira vez em que fiz amor com Clare e me perguntando se foi a primeira vez que ela fez amor comigo. Decido perguntar isso para ela quando voltar para meu presente. Enquanto isso, Clare está guardando as coisas na cesta de piquenique.
– Então?
Ora bolas.
– Sim.
Clare fica empolgada e também assustada.
– Henry, você fez amor comigo um monte de vezes...
– Muitas e muitas vezes.
Ela tem dificuldade de dizer isso.
– É sempre lindo – digo a ela. – É a coisa mais linda da minha vida. Serei muito delicado. – Tendo dito isso, de repente, fico nervoso. Sinto a responsabilidade, me sinto meio Humbert Humbertish e também como se eu estivesse sendo observado por muita gente, e todas essas pessoas fossem Clare. Nunca senti menos tesão na vida. Tudo bem. Respirar fundo. – Amo você”

Acho que o que mais se diferenciou nos dois, foi o final. Ambos são diferentes e agora eu estou me perguntando qual dos dois eu gostei mais, acho que ambos. Cada um ao seu modo é lindo... Mas a parte final do filme quase me matou de tanto chorar...

Resumo: O livro narra a história do casal Henry e Clare. Quando os dois se conhecem Henry tem 28 anos e Clare, vinte. Ele é um moderno bibliotecário; ela, uma linda estudante de arte. Os dois se apaixonam, se casam e passam a perseguir os objetivos comuns à maioria dos casais: filhos, bons amigos, um trabalho gratificante. Mas o seu casamento nunca poderá ser normal. Henry sofre de um distúrbio genético raro. De tempos em tempos, seu relógio biológico dá uma guinada para frente ou para trás, e ele se vê viajando no tempo, levado a momentos emocionalmente importantes de sua vida tanto no passado quanto no futuro. Causados por acontecimentos estressantes, os deslocamentos são imprevisíveis e Henry é incapaz de controlá-los. A cada viagem, ele tem uma idade diferente e precisa se readaptar mais uma vez à própria vida. E Clare, para quem o tempo passa normalmente, tem de aprender a conviver com a ausência de Henry e com o caráter inusitado de sua relação. A superação das dificuldades encontradas no relacionamento, a ausência e a saudade são tratadas com muita sensibilidade, inteligência e bom humor pela autora. O livro mostra que o verdadeiro amor é capaz de transpor todas as barreiras – inclusive a mais implacável de todas: o tempo.

Sobre a autora: Audrey Niffenegger é artista plástica e leciona criação literária, impressão tipográfica e produção editorial de luxo em uma universidade de Chicago.Em sua estréia literária, a americana Audrey Niffenegger conseguiu um feito pouco comum para escritores iniciantes no gênero da ficção. Sucesso de vendas nos EUA, seu livro foi apontado pela crítica especializada como uma releitura inovadora e inteligente do romance de amor, e teve seus direitos cinematográficos comprados pelo casal de atores de Hollywood Jennifer Anniston e Brad Pitt.

Filme desse livro:
Diretor: Robert Schwentke

Elenco: Michelle Nolden, Eric Bana, Alex Ferris, Rachel McAdams, Carly Street, Jane McLean, Arliss Howard, Katherine Trowell, Bart Bedford,
Produção: Dede Gardner, Nick Wechsler
Roteiro: Bruce Joel Rubin, baseado na obra de Audrey Niffe
Fotografia: Florian Ballhaus
Trilha Sonora: Mychael Danna
Duração: 107 min.
Ano: 2009
País: EUA
Gênero: Drama
Cor: Colorido
Distribuidora: PlayArte
Estúdio: Industry Entertainment / New Line Cinema / Plan B Entertainment
Classificação: 12 anos
Sinopse: Henry DeTamble (Eric Bana) sofre de uma rara modificação genética, que o faz viajar pelo tempo involuntariamente. Numa de suas viagens, ele conhece a pequena Clare (Rachel McAdams), que se apaixona por ele imediatamente. Ano após ano, ela espera sempre no mesmo lugar que este estranho viajante retorne. Até que os dois, finalmente, se encontram e a paixão começa. Porém, o curso da vida de Clare é normal e, quando ela menos espera, seu grande amor desaparece, sem data para retornar. Como poderia um romance suportar a estas idas e vindas?



 

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Concurso de Crônicas Laura Ferreira do Nascimento

I Concurso de Crônicas Laura Ferreira do Nascimento

REGULAMENTO


Art. 1º - Promovido pela Associação de Cultura e Turismo de Maracaí (ACULTIM) e pela Associação de Defesa e Proteção do Patrimônio Público e dos Direitos do Cidadão de Maracaí/SP (ADPCIM), o CONCURSO DE CRÔNICAS LAURA FERREIRA DO NASCIMENTO tem por objetivo estimular a produção literária e incentivar a cultura premiando crônicas nacionais.

Art. 2º - Poderão participar do CONCURSO DE CRÔNICAS LAURA FERREIRA DO NASCIMENTO textos em língua portuguesa.

Art. 3º - O texto apresentado individualmente deverá ser inédito, seja na forma impressa, seja na forma eletrônica.

Art. 4º - Não serão aceitas nem obras póstumas nem assinadas por grupos.

Art. 5º - É vedada a participação de parentes – filhos, enteados, sobrinhos, primos, cônjuges (civil ou religiosamente casados ou em União Estável), irmãos, cunhados, pais, mães, padrastos, madrastas e avós – dos membros da Comissão Organizadora e da Comissão Julgadora do CONCURSO DE CRÔNICAS LAURA FERREIRA DO NASCIMENTO.

Art. 6º - Cada concorrente poderá participar com APENAS UMA CRÔNICA, sendo vedada a co-autoria.

Art. 7º - O tema da crônica é livre.

Art. 8º - As crônicas não poderão exceder 2 (duas) páginas. Os autores devem utilizar fonte Arial, tamanho 12, espaçamento 1,5 entre as linhas e todas as margens medindo 3 cm (três centímetros).

Parágrafo único – O desrespeito às regras estabelecidas neste regulamento implica na desclassificação do concorrente.

Art. 9º - As inscrições estarão abertas de 1 (um) de fevereiro a 30 (trinta) de junho de 2011.

Art. 10 – Os trabalhos devem ser enviados pelos Correios em carta simples, registrada ou via Sedex para: CONCURSO DE CRÔNICAS LAURA FERREIRA DO NASCIMENTO - Caixa Postal 457 – Maracaí/SP. CEP: 19840-000.

Parágrafo Primeiro – Os textos postados até 30 de junho de 2011, para tanto valendo o carimbo dos Correios, serão aceitos se chegarem impreterivelmente até 15 de julho de 2011. Os textos que chegarem após 15 de julho de 2011 serão automaticamente desconsiderados e imediatamente descartados.

Parágrafo Segundo – As entidades promotoras do CONCURSO DE CRÔNICAS LAURA FERREIRA DO NASCIMENTO não se responsabilizam pelas correspondências que não chegarem ao destino.

Art. 11 – Os textos, em 5 (cinco) vias, páginas devidamente numeradas, deverão conter o título (centralizado) e o pseudônimo do concorrente (alinhado à direita, logo após o título).

Art. 12 – Junto com esse material deve ser encaminhado um envelope menor, lacrado, identificado externamente apenas com o título do trabalho e o pseudônimo do concorrente. O envelope menor deverá conter o título e o pseudônimo do trabalho, o nome do autor, endereço completo, telefones, endereços eletrônicos (e-mails), fotocópia de RG e curriculum de, no máximo, 1000 (mil) caracteres.

Parágrafo Primeiro – Os candidatos maiores de 18 (dezoito) anos devem enviar fotocópia do CPF, número de conta corrente ou conta poupança em banco de abrangência nacional para que, eventualmente classificados, recebam o prêmio em dinheiro.

Parágrafo Segundo – Os candidatos menores de 18 (dezoito) anos, se classificados, deverão, no prazo de trinta dias após a divulgação dos resultados, enviar fotocópias do RG e do CPF do responsável, acompanhadas de autorização de recebimento dos valores e dos dados bancários (número de agência e de conta corrente ou conta poupança em banco de abrangência nacional).

Art. 13 – O julgamento será feito por uma Comissão composta de intelectuais de comprovado conhecimento literário.

Parágrafo Único – Os nomes e as biografias dos membros da Comissão Julgadora estarão disponíveis em fins de setembro.

Art. 14 – A avaliação dos textos será realizada considerando a originalidade, a criatividade, a qualidade técnica e o respeito às especificações do art.8º e do art. 11.

Art. 15 – As decisões da Comissão Organizadora e da Comissão Julgadora são irrecorríveis.

Art. 16 – Serão selecionados 5 (cinco) textos.

Art. 17 – Os resultados serão divulgados em 15 de outubro de 2011, no mural da Associação de Cultura e Turismo de Maracaí (ACULTIM) e da Associação de Defesa e Proteção do Patrimônio Público e dos Direitos do Cidadão de Maracaí (ADPCIM); na página da internet do CONCURSO DE CRÔNICAS LAURA FERREIRA DO NASCIMENTO – e da ADPCIM e nos programas da UMAC – União Maracaiense de Associações Comunitárias – na rádio comunitária de Maracaí (SP).

Parágrafo Único – A comissão organizadora enviará aos meios de comunicação os resultados do CONCURSO DE CRÔNICAS LAURA FERREIRA DO NASCIMENTO não se responsabilizando, no entanto, pelo compromisso de divulgação nos mencionados meios de comunicação.

Art. 18 – Cinco concorrentes serão classificados e premiados da seguinte forma:
PRIMEIRO LUGAR: R$ 1.000,00 (mil reais) + certificado + livros
SEGUNDO LUGAR: R$ 500,00 (quinhentos reais) + certificado + livros
TERCEIRO LUGAR: R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais) + certificado + livros
QUARTO LUGAR: R$ 150,00 (cento e cinquenta reais) + certificado + livros
QUINTO LUGAR: R$ 100,00 (cem reais) + certificado + livros

Art. 19 – Após o término do concurso, os textos recebidos não serão devolvidos.

Art. 20 – A participação no CONCURSO DE CRÔNICAS LAURA FERREIRA DO NASCIMENTO implica a aceitação total e irrestrita de todos os itens deste regulamento.

Art. 21 – Os casos omissos neste regulamento serão, de maneira irrecorrível, resolvidos pela Comissão Organizadora.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

O Mistério da Torre Negra - LOUIS BAYARD

Minha opinião: Um livro bom. Pronto. Eu poderia terminar minha opinião assim. Mas claro que não vou.
Eu vou dizer que ele é interessante e tem uma linguagem e narrativa que realmente prendem a atenção, a trama e a forma como as coisas acontecem e são apresentadas são bem legais. Eu nem percebi quando finalmente terminei a história, parecia que estava indo, indo e nem notei quando acabou.
O personagem principal é bem divertido, o Hector, várias vezes eu me via dando umas risadinhas por causa dele. Eu gosto disso, desse humor que não é forçado e que realmente tem graça.
Também gostei do suspense que ronda toda a história, achei bem escrito o que fez me prender a atenção.
Por fim, eu o achei bom. Acho que para quem gosta de um estilo assim, vai com certeza se divertir.

Resumo: Dois personagens reais dão vida a este romance histórico com sabor de thriller e genial arquitetura literária. O primeiro é Louis-Charles, o filho de Maria Antonieta e do rei Luis XVI, que por quase 3 anos ficou preso na temida Torre do Templo, vivendo em condições desumanas, onde teria morrido com 10 anos de idade. Rumores de que teria escapado imediatamente circularam na França. É esta possibilidade que será investigada por outro personagem real que parece saído das páginas da ficção: monsieur Vidocq, um ladrão que abandonou a vida de crimes para abrir a primeira agência de detetives do mundo.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Jogos Vorazes – Suzanne Collins

Vou mudar um pouco a ordem, por isso vou colocar o resumo agora para vocês entenderem sobre o que é o livro e assim posso continuar com a minha opinião.

Resumo: Este livro é o primeiro de uma bem-sucedida trilogia, comercializada para mais de 20 países, A história se passa em uma nação chamada Panem, fundada após o fim da América do Norte. Formada por 12 distritos, é comandada com mão de ferro pela Capital, sede do governo. Uma das formas com que demonstra seu poder sobre o resto do carente país é com os ‘Jogos Vorazes’, uma competição anual transmitida ao vivo pela televisão, em que um garoto e uma garota de 12 a 18 anos de cada distrito são selecionados e obrigados a lutar até a morte. Para evitar que sua irmã seja a mais nova vítima do programa, Katniss se oferece para participar em seu lugar. Vinda do empobrecido Distrito 12, ela sabe como sobreviver em um ambiente hostil. Caso vença, terá fama e fortuna. Se perder, morre. Mas para ganhar a competição, será preciso muito mais do que habilidade. Até onde Katniss estará disposta a ir para ser vitoriosa nos ‘Jogos Vorazes’?

Minha opinião: Nossa! Que livro! Que história! Que narrativa! Estou surpresa e confesso que sou a partir de agora completamente e declaradamente fã dessa série! Esse foi um dos melhores livros que eu já li nesse estilo – De verdade. Realmente eu li diversas resenhas sobre esse livro, e em todas a única coisa que eu lia era que o livro era fantástico. E tenho que dizer agora que é a minha vez, que é verdade, é realmente fantástico.

Eu não conseguia parar de ler esse livro, era tudo tão envolvente que mesmo quando Katniss estava sozinha e a maioria do texto eram os seus pensamentos, se tornando portanto em um monólogo, era tão intenso que me prendeu a atenção.

Acho que esse livro tem de tudo um pouco, violência, suspense, ação, questões sociais, mídia, terror e acreditem se quiser tinha até um romance... Um belo romance, devo confessar.

A Katniss é uma heroína ótima, ela não é sem graça, chata e bobona como muitas personagens por aí, nada disso, ela é esperta e forte – não de corpo e tal, mas de vontade. Ela realmente me conquistou como também os outros personagens como o Peeta, gente... Que homem é esse? Apesar de não ter nenhum super poder – ainda bem – ele é incrivelmente fofo e ah... Me fez suspirar um milhão de vezes.

Além disso, esse livro me fez pensar em alguns “reality shows” que existem atualmente, apesar de hoje em dia não assistir mais, eu já assisti anteriormente e quando li o livro eu vi o espetáculo de horror que mora em tudo isso. Eu sei que são coisas diferentes, mas sei lá, é tão ridículo e ao mesmo tempo “bizarro” o tipo de diversão que existe hoje em dia, como observar várias pessoas confinadas em um lugar fingindo, brigando e lutando por algo que nem elas mesmas sabem de verdade qual o sentido. Estranho né? Aí eu pensei que não é necessário ter nenhum mundo pós-apocalipse para que coisas assim ocorram, e que o mais absurdo de tudo isso, é que hoje as pessoas vão voluntariamente, ninguém as obriga com um sorteio, nada disso... Que coisa hein?

Por fim, eu recomendo muito, mais muito mesmo esse livro!

Adorei!

E confesso que estou roendo as unhas e puxando os cabelos para ler a continuação... rs...