Estou lendo:O MUNDO EXPLICADO POR T.S. SPIVET - Reif Larsen


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domingo, 12 de junho de 2011

PROJETO: História Coletiva - 10/2ª semana

Bem, essa semana deveria ser a última, mas eu acho que seria melhor colocar mais uma semana, o que vocês acham? Porque pelo jeito falta um pouco mais para chegar ao fim da nossa história, então é melhor dar mais um tempo para fazermos algo melhor do que "nas coxas" né? Tudo bem para vocês?
 
CERTO! VOCÊ AINDA NÃO SABE O QUE É O PROJETO HISTÓRIA COLETIVA? então acesse AQUI e descubra e comece a participar também. Afinal, você pode dar sua opinião, sugestão ou um trecho e mudar completamente o rumo da estória, só que para melhor, imagina?

OBS: Quero lembrar que nesse projeto muitas vezes a sugestão ou opinião que damos pode ser aceita ou não, ou pode ser alterada parcialmente e isso que é o mais importante nese projeto, já que é algo grupal. No entanto se você se sentiu ofendido (a) ou incomodado(a) com alguma coisa pode me mandar um email (paulatictic@hotmail.com) que discutiremos a situação.

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Você ainda não participou? COMECE AGORA! Deixe um comentário com sua idéia, sugestão, opinião, trecho e contribua para ser também autor dessa história.
 
Ele discou rapidamente o número de Júlia, que atendeu após três toques.
- Júlia, sou eu! Ontem eu tem encontrei no Flores de Outono?
- Sim... Pelo menos, eu acho que sim. Eu pude jurar que estava sonhando!
- Eu também achei que era um sonho, até que levantei e escutei meus pais falando sobre minha saída que eu jurava nem tinha acontecido!
- Sério? Deus, o que está acontecendo?
De repente, uma voz grossa, de homem, falou no lugar de Júlia.
- Isso é o que acontece quando vocês tentam me achar. Desista de sua busca, ou só irá piorar as coisas.
Léo tentou responder, mas a ligação caiu.
Léo olhou para o celular em suas mãos e sentiu seu peito se apertar “o que teria acontecido? Será que a Júlia estava bem?” Léo ficou preocupado. “Quem era o homem que falou com ele? O que houve com a Júlia?”. Ele pegou o telefone e discou para a Júlia de novo. Ninguém atendeu. Tentou novamente e nada. Decidiu que iria fazer algo a seguir, mas estava tão confuso, não sabia como lidar agora que estava no real e não tinha mais o seu sonho para se basear, era estranho, era normal demais.
Ele nunca havia passado por uma situação assim... passar por um dia sem saber o que iria acontecer, ou viver no sonho como se sempre houvesse uma segunda chance para mudar tudo, e agora, nesse momento, em que olhava para o seu celular e via que era outro dia e não mais o dia anterior, sua cabeça começou a pesar e Léo decidiu que iria passar o dia normalmente e que com certeza tudo iria melhorar.
Ele respirou fundo, lavou o rosto, colocou os óculos e desceu para a cozinha. Seus pais o olharam ressentido. Léo tentou evitar o olhar deles, por que sabia que no dia anterior havia feito muita coisa que não faria em um dia real, como gastar muito dinheiro, discutir com os pais, além de deixá-los muito preocupados. E agora era o momento da conseqüência, por isso olhou para os próprios pés ao invés de olhar para os pais.
-Bom dia. –Ele falou baixo.
-Bom dia. – Respondeu sua mãe secamente.
- Espero que hoje seja mesmo um dia bom - Seu pai falou rispidamente – não pense que eu esqueci o que aconteceu ontem...
- Mas... – Léo tentou se desculpar mas o seu pai o impediu levantando uma mão para ele se calar e foi o que ele fez, se calou.
- Não quero saber de mais e nem de menos, quero apenas que você vá para a escola e volte direto para a casa – Léo viu o olhar severo dele – está entendendo? Direto para casa. - E saiu para trabalhar sem dizer mais nada.
- Se deu mal hein? – Disse sua irmã rindo enquanto tomava seu leite quente e fazia um bigode de leite – Ninguém manda não obedecer, eu sempre obedeço.
- Não enche – Ele disse tomando um copo de café que desceu como uma pedra.
- Não fale assim com a sua irmã Leopoldo! – Sua mãe falou nervosa e Léo viu a sua irmã dar um sorriso malicioso – E trate de comer logo para não se atrasar na escola, eu te levo hoje.
- Tá. – Ele disse sem ânimo e só deu uma mordida em uma fatia de torrada e deixou o restante na mesa, se arrumou e foi para a escola com a mãe.
No caminho, ele estava inquieto tendo uma sensação de que algo estava errado e que de uma hora para outra tudo poderia acontecer, na verdade tudo isso se devia pelo fato dele não saber mais sobre como lidar com seu próprio futuro, por que até no dia anterior Léo de certa forma sabia que poderia mudar o seu futuro e seu destino, mas agora nada parecia certo. Sua mãe não disse nada durante o percurso, as vezes parecia que ela iria dizer algo, mas do mesmo jeito que sua boca se abria silenciosamente, ela também se fechava e  Léo não estava interessado em discutir mais sobre o que havia acontecido. Quando desceu do carro ele começou a dar passos apressados em direção a escola enquanto no seu intimo esperava ansiosamente para que o dom voltasse no dia seguinte.
Seus amigos passaram o dia inteiro pedindo para ele contar como havia escapado do incêndio, a história correu a escola inteira e todos queriam saber do herói que entrou dentro de um supermercado para salvar a vida de uma mulher.
Mas Léo não estava com cabeça para tudo isso, ele fez o que precisava fazer e aparentemente isso custou caro. E o preço foi perder o seu dom – pelo menos por hoje, era o que acreditava - Justamente agora que o espancamento estava tão próximo de acontecer, e não havia quase pistas para poder impedir. Além disso, ele não conseguiu prestar atenção em nada, os professores pareciam estar falando outra língua no dia de hoje, a única coisa que conseguiu fazer foi discar para o número de telefone da Júlia que sempre caía na caixa postal.
Assim que saiu da escola viu Júlia parada em pé do outro lado da rua – e sentiu um alivio instantâneo - seu cabelo estava preso em um coque como normalmente, mas estava com uma aparência cansada e triste, ele acreditou que ambos estavam muito parecidos nesse sentido. Ele deu passos firmes na direção dela.
-Júlia, você está bem? O que aconteceu hoje de manhã?
-Oi Léo. Alguém roubou o meu celular enquanto eu andava pela rua. Não sei direito o que houve. Eu estava andando e falando com você, quando um homem passou, agarrou o meu celular e saiu correndo. – Ela disse e colocou uma mecha que estava caindo do seu coque atrás da orelha.
-Você já foi à polícia prestar queixa?
-Sim, mas como eu não vi o homem será difícil achá-lo. Os policiais me disseram que foi roubo de oportunidade.
-Eu não acho. – Ele disse, se decidindo se contava ou não o que tinha acontecido.
-Por que Léo? O que você sabe que eu não sei? – Júlia franziu as sobrancelhas.
-O homem, ele falou comigo depois de roubar o seu celular – Ele disse por fim, afinal, não tinha por que esconder algo assim.
-O que ele disse?
-Algo como “isso é o que acontece quando vocês tentam me achar”, e nos mandou esquecer tudo – Ele disse e ajeitou a mochila nas costas – Fiquei preocupado com você, não sabia direito o que pensar...
- Eu estou bem, mas agora eu fiquei confusa... Eu nem olhei direito para o cara que me roubou, nem imaginei que ele seria... – Ela se calou.
- O que foi Júlia?
- Você acha que ele poderia estar falando sobre o minuto final do espancamento?
Léo pensou por um momento e tentou se lembrar com detalhes do que o homem havia dito ao telefone, uma ameaça estranha se ele não estivesse no contexto do espancamento.
- Acho que pode ser – Ele passou as mãos pelos cabelos nervosamente – não sei na verdade.
-Quem pode ser? O espancador talvez?
-Talvez. Mas como ele saberia quem somos nós e que nós estamos atrás dele? – Ele fez a pergunta em voz alta, mas parecia que era mais para ele mesmo do que para outra pessoa – E se ele soube que estamos procurando o dono do carro pela placa?
- Isso é possível – ela disse estralando os dedos - Eu consegui o endereço do dono do carro que eu vi no meu sonho.
-Uau! Isso é ótimo! É daqui da cidade?
-Sim, é de um bairro afastado.
-Qual o nome dele?
-Léo, eu sei que isso é importante, mas acho melhor você ir para casa. – Ela falou em um tom decidida.
- O quê? Mas por quê? – Léo deu um passo para trás tentando olhar com atenção para Júlia como se fosse encontrar uma resposta pelo olhar dela.
- Eu acho que... Bem, eu estou agora achando isso tudo muito perigoso e você é tão jovem e eu não quero...
- Não quer o que? Não quer a minha ajuda?
- Não é isso! – Ela falou levantando a mão para ele se acalmar - Mas o fato é que estou pressentindo algo estranho sabe? Estou agora pensando sobre tudo isso e...
- E o que? – Léo não queria agora ser deixado de lado como se fosse um estorvo, e principalmente agora que não tinha certeza como se daria com o seu dom, se ele teria de volta rápido ou não.
- E se esse homem, bem, e se... – Ela se encostou na parede - A não ser que...
-A não ser que o que Júlia?
-Léo se eu e vocês vemos o futuro, quem sabe ele também não vê?
- Mas acho isso meio improvável Júlia – Léo disse dando um sorriso com o canto da boca – Bem... – Ele coçou a cabeça de um jeito desajeitado – isso também me lembrou uma coisa... – Léo esperou Júlia dizer alguma coisa, mas ela ficou calada esperando ele continuar e foi o que ele fez – Lembra sobre o que estávamos conversando no telefone hoje cedo?
- Lembro, você me falou algo sobre o que fizemos ontem, não foi? – Ela perguntou o encarando.
- É, isso mesmo – Léo hesitou um momento então continuou – Bem, eu perguntei aquilo por que aconteceu algo estranho hoje, eu acordei direto, no dia seguinte...
- Como assim? O que isso tem demais?
- É que ontem eu te disse que estavamos no sonho, bem, no meu sonho. Foi isso pelo menos que eu pensei – Léo respirou fundo – e hoje deveria ser o real e tudo iria acontecer tudo de novo...
- Espera um minuto – ela ergueu uma mão para ele se calar – você está me dizendo que você pensou que estava no sonho ontem, mas na verdade era tudo real? E que você não sonhou mais? – Júlia começou a expressar uma feição desesperada.
- Eu estou tendo pesadelos, mas não os sonhos do dia seguinte...
- Meu Deus! – Júlia disse dando um empurrão no Léo – Você perdeu seu dom?
- Não sei, mas por enquanto sim... acho que sim, mas talvez amanhã... – Na verdade Léo não tinha certeza de nada, mas tentava dizer isso para ele mesmo acreditar.
- Não sabe? Mas eu sei! Você agora vai ficar fora de tudo isso! Não quero saber de você se metendo mais nisso, ouviu?
- Não! – Léo quase gritou isso – Eu não vou parar nada!
- Vai sim! Você não percebe que está agora em perigo? Você nem sabe o que vai acontecer a seguir não é?
Ele balançou a cabeça negativamente, mas depois de um segundo estufou o peito e começou a dizer: - Eu vou continuar a procurar e não me interessa se você acha perigoso, eu vou mesmo assim.
- Mas é sobre isso mesmo Léo... acho melhor você não participar mais da investigação...
-O quê? Por quê? –Ele perguntou incrédulo.
-Porque você não tem mais o seu dom. Foi por causa dele que eu te procurei.
-Só porque eu não vejo mais o futuro você vai me descartar?
-Não é assim Léo. Você pode se machucar. Se a pessoa que procuramos é a mesma que roubou o meu celular, então ela é perigosa!
-Júlia, eu já estraguei tudo ontem, ok? Meus pais estão bravos porque eu fiquei o dia inteiro fora e não falei nada, a minha namorada está magoada comigo e a minha irmã está pronta para me entregar se eu fizer algo errado. Eu preciso terminar essa história ou não vou conseguir esquecer isso pelo resto da minha vida.
-Tem certeza que quer continuar? Léo... isso pode ficar muito perigoso.
-Tenho certeza absoluta. Por favor, não me exclua da investigação.
- Não sei – Ela olhou em volta, como se fosse encontrar uma solução, mas não achou nada – Bem, você pode continuar, mas terá que ficar com o dobro de atenção.
- Eu vou ficar!
- Eu também ficarei de olho em você.
-Obrigado, e eu não me importo de você ficar de olho em mim – Ele disse mais aliviado.
- Agora, eu acho melhor eu procurar mais dados sobre o dono do carro e depois entro em contato com você.
- Tudo bem Júlia. Até depois.
-Até Léo.
Léo foi para casa pensativo, seus pais estavam trabalhando mas assim que chegou sua irmã ligou para eles avisando que ele chegou em casa. Almoçou com ela e depois ligou para Kelly.
-Oi Kelly.
-Oi Léo. O que foi?
-Eu só queria saber como você estava.
-Estou bem, obrigada. –Ela respondeu fria.
-Kelly, eu realmente sinto muito pelos últimos dias, tem sido uma loucura para mim, e...
-Léo eu estou ocupada agora. Depois nós nos falamos.
-Tudo bem Kelly. Até depois.
-Tchau. –E desligou.
Léo pensou no que poderia fazer em seguida para ajudar Júlia no caso. Ligou seu computador, entrou na internet e procurou sobre o clima. Achou um site bom e descobriu que amanhã à noite teria pancadas de chuva. Seu coração deu um pulo, na mesma hora o telefone dele vibrou no seu bolso e ele viu na tela o número da Júlia.
- Oi Júlia, que boa hora que você ligou, por que eu acabei de ver na internet que...
- Léo... Não tenho tempo para isso!
- Nossa! – Ele achou a Júlia muito estranha e grosseira também, mas pensou que talvez tivesse algo haver com o dono do carro – Você tem novidades sobre o dono do carro?
- Não é nada disso! É sobre o espancamento! Ele não vai acontecer mais do jeito que eu vi pela primeira vez...
- Como?
- Me deixa falar! Ele não acontecer mais naquele lugar que eu te disse... Eu tive outro minuto final com as mesmas pessoas, só que agora é em outro lugar.
- Mas como isso é possível? – Ele ficou pensativo.
- O futuro mudou.
- O futuro mudou? – Léo deu um tapa na própria testa – Os homens que vão matá-lo deveriam saber que estávamos atrás deles e decidiram matá-lo em outro lugar, não é isso?
 

11 comentários:

Mateus Lopes disse...

"-Não tenho mais dúvidas!-respondeu Júlia- Eles sabiam de nossos dons, e decidiram mudar o local para nos despistar! Talvez eles até estejam por trás do sumiço dos seus sonhos!
- Também estou achando o mesmo, e agora? Precisamos salvar a vítima!
- Vou pensar em algo. Fique em casa, Léo! Você já está encrencado o suficiente com seus pais. Qualquer coisa eu te ligo.
- Mas...
-Tchau!- e desligou.
Léo ficou parado com o celular no ouvido por mais alguns instantes. Para que soubesse de seu dom, o homem que roubou o celular de Júlia devia conhecer alguém parecido, talvez até fosse um deles.
Ele passou as horas seguintes fazendo pesquisas inúteis na internet, tentando encontrar alguma pista do lugar do novo minuto final. Mas não houveram resultados. E sem seus sonhos, Léo não poderia fazer nada realmente útil para a investigação.
Não desceu para jantar, o que irritou seus pais ainda mais. Desanimado, Léo se deitou e em pouco tempo, dormiu"

Erica Belancieri disse...

Oi gente,
eustou gostando do rumo que a história está tomando.

Estive pensando, vocÊs não acham que a história precisa de um título?

Lii disse...

Olá!
É verdade Erica, nós estamos no fim da história, e nem pensamos em um título rs

Como o futuro mudou e vão matar o homem em outro lugar, o dia do espancamento também mudou?

E o nome do psicólogo vai ser Auclides, como a Erica sugeriu?

E o carro será do psicólogo ou da vítima? Se for da vítima, ficará um suspense para saber quem ela é, e eles podem tentar impedir. Se for do psicólogo, o Léo pode achar que ele é a vítima, mas depois percebe que ele deve ser o espancador, porque ele também vê o futuro e só assim poderia saber que a Júlia e ele estavam tentando impedir o espancamento de acontecer.

Beijos!

FERNANDO HIRAKAWA disse...

Oie,
Pois eh, o título eu ainda não pensei... acho que deixo em aberto para sugestões.

Bem, em minha opinião sobre as perguntas:
Como o futuro mudou e vão matar o homem em outro lugar, o dia do espancamento também mudou?

Eu acho que eles nem sabem o dia, mas acho que o próximo não pode ser, pq eles vão encontrar com o psicologo para esclarecer.

E o nome do psicólogo vai ser Auclides, como a Erica sugeriu?
Acho que pode ser esse nome mesmo.

E o carro será do psicólogo ou da vítima?
Acho que tanto faz, se o carro for do psicologo eles podem pensar mesmo que ele é a vítima, agora se não for, ele pdoe jogar o nome da pessoa no google e ver uma noticia em que o psicologo acusa o dono do carro de estupro.
Oque acham?

Fábrica dos Convites disse...

Estou achando bem interessante o rumo desta prosa, vocês tem feito um ótimo trabalho. Bjs, Rose.

Paulatictic disse...

Mais um trecho:

"Acordou. Mas ainda estava com os olhos fechados, não queria abrir os olhos por que tinha medo de que não estivesse no sonho, e estivesse novamente no real. E foi isso que aconteceu.
Léo ficou parado com os olhos abertos esperando por algo, talvez uma grande idéia, ou talvez nada, ele sentou na cama e coçou a cabeça e depois os olhos e quando ia se levantar o seu celular começou a tocar.
Ele o pegou e viu um número desconhecido, pegou o telefone e atendeu.
- Léo? – Júlia perguntou ansiosa do outro lado da linha.
- Júlia?
- Sim, sou eu. Olha só...
- Que telefone é esse? - Léo perguntou enquanto pegava os seus oculos com a outra mão.
- Eu comprei um novo celular e sabe o número também mudou - Ela disse – Mas eu não liguei para isso, eu liguei por que eu acabei de descobrir o nome do dono do carro.
- Que ótimo! – Ele disse ficando mais alerta – E qual o nome?
- Auclides de Souza Mendes.
- O quê? – Ele soltou imediatamente, sem pensar.
- Léo, você conhece? – Ela perguntou com um tom de preocupação.
Ele hesitou um momento tentando manter as idéias em ordem, mas não conseguiu.
- Léo? Me responde, você reconhece esse nome?
- Sim –A sua voz saiu um pouco rouca.
- Meu Deus! E quem é?
- O psicólogo que me ensinou tudo sobre o meu dom.

Léo estava olhando seu relógio de pulso e vendo os ponteiros se mexerem lentamente esperando que o tempo passasse mais rápido para que ele encontrasse logo a Júlia. Eles haviam combinado pelo telefone se encontrarem depois da escola de Léo em frente ao consultório do Auclides."

Talvez na conversa que eles terão com Auclides, eles não digam o que sabem e o que estão investigando, conversam sobre futilidades, mas Léo percebe algo estranho e depois por si mesmo decide buscar informações sobre o psicólogo.

Lii disse...

Oi!
Até que dia vai essa etapa?
Eu estou animada para escrever a narrativa e quero saber quando posso mandá-la...
A história está ficando boa né?
Nós só não decidimos ainda se a Júlia e o Léo vão conseguir impedir o espancamento. Ou decidimos? hehe
Beijos

Stephanie Sá disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Stephanie Sá disse...

Ah gente, comecei a ler a história hoje, mas estou achando ótima. Quando terminar venho aqui deixar minhas sugestões :)

Paulatictic disse...

Nossa! fiquei sem net esse final de semana...nossa... mas vamos acabar a história coletiva agora e começar mais uma semana? então podem mandar até segunda feira a narrativa.

Lii: bem, não sei mesmo se eles vão ou não vão... talvez possa ocorrer algo antes entre o Léo e o psicologo que acabe nem tendo esse espancamento.

Lii disse...

Ainda dá para mandar a narrativa até umas 16h? rs eu ainda vou escrever alguma coisa...

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