Estou lendo:O MUNDO EXPLICADO POR T.S. SPIVET - Reif Larsen


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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Na trilha de Lagoa Santa - Henrik Stangerup

                                              Minha opinião: Esse livro é aquele que você tem que gostar do assunto para continuar a ler, por que ele é muito detalhista (que chega a cansar), e se não gostar do assunto, acaba desistindo. Mas conta uma história interessante sobre a descoberta de ossos humanos com mais de 20 mil anos, em Minas Gerais e sobre o cientista que descobriu esses ossos, e como ele se torna uma pessoa depressiva...
O livro traz fatos reais só que narrado em forma de romance.

Resumo: "Em 1842, nas margens da Lagoa do Sumidouro, em Minas Gerais, enquanto explorava a região à procura de fósseis de animais, Peter Wilhelm Lund encontrou ossadas humanas com mais de 20 mil anos de idade. A descobertda do "homem de Lagoa Santa", como ficou conhecido na época, provocou celeuma no mundo científico. O naturalista, um dinamarquês radicado no Brasil, entrou para a história como o pai da paleontologia brasileira.
Mas, além destes fatos bastante conhecidos, o que mais se sabe sobre a vida de Lund? Por que um cientista de renome internacional abandonaria as pesquisas dois anos depois de sua mais importante descoberta? Por que teria escolhido viver em Lagoa Santa até sua morte, em 1880, aos 79 anos? Henrik Stangerup oferece algumas respostas em NA TRILHA DE LAGOA SANTA, resultado de minuciosas pesquisas, sobretudo nas cartas escritas pelo cientista à própria família e a figuras representativas da sociedade científica. O livro traça um painel do que foi a vida de Lund, realizando com sucesso uma tarefa praticamente impossível: transformar uma biografia em romance, sem perder o melhor do que cada gênero oferece.
NA TRILHA DE LAGOA SANTA revela um homem que se viu tomado por uma profunda depressão ao constatar que suas descobertas científicas contrariavam sua fé protestante e positivista. É a história de um conflito, da busca por identidade, na qual o homem e o cientista estão costurados um no outro. E é essa figura dicotômica — e tão importante para o Brasil — que Stangerup restitui neste livro."

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